Os integrantes da bancada incluem os vereadores Amanda Paschoal (PSOL), Eliseu Gabriel (PSB), Hélio Rodrigues (PT), João Ananias (PT), Keit Lima (PSOL), Luana Alves (PSOL), Luna Zaratini (PT), Nabil Bonduki (PT), Professor Toninho Vespoli (PSOL), Renata Falzoni (PSB) e Silvia Ferraro, da Bancada Feminista (PSOL). Mais de 40 entidades de defesa dos direitos humanos, como o Instituto Vladimir Herzog, o Grupo Tortura Nunca Mais e a Comissão Dom Evaristo Arns, expressaram apoio à criação da bancada, que será oficialmente lançada em 15 de abril.
Em um manifesto divulgado entre militantes e movimentos sociais, a bancada sublinha a importância de sua organização em contraponto às “bancadas ultraconservadoras e retrógradas” presentes na Câmara Municipal. No documento, ressaltam a necessidade da iniciativa devido à crescente ameaça fascista não apenas no Brasil, mas também no mundo.
Além disso, os vereadores apresentam parte de sua agenda, destacando a atuação da Guarda Civil Metropolitana (GCM) como ponto central. Recentemente, o Supremo Tribunal Federal (STF) debateu sobre os limites de atuação destes agentes, autorizando-os a realizar policiamento, além de proteger bens, instalações e serviços. Esta decisão veio após um recurso da Câmara Municipal de São Paulo.
Outras pautas prioritárias da bancada incluem a garantia de serviços de educação, transporte público e saúde de qualidade, bem como a defesa dos direitos dos idosos e das pessoas com deficiência. Na Câmara, existem várias comissões, tanto permanentes quanto temporárias, responsáveis por debater diferentes temas e questões relevantes para a cidade de São Paulo.