Diante de aproximadamente 40 mil fiéis, o papa convocou todos a renovar suas esperanças e esforços em prol de um futuro pacífico. “À medida que os meses se sucedem, somos chamados a revalorizar nosso tempo e a iniciar uma era marcada pela paz e pela amizade entre todos os povos. Sem esse anseio por um bem maior, não faz sentido passar as páginas do calendário ou preencher nossas agendas com compromissos que não promovem a harmonia”, afirmou Leão XIV durante a oração do Angelus.
O líder religioso também aproveitou a oportunidade para convidar a congregação a unir forças em orações por paz. “Que rezemos com fervor pela paz entre as nações dilaceradas por conflitos. Peçamos, igualmente, uma paz que alcance nossos lares, onde tantas famílias sofrem com a violência e a dor”, apelou, reforçando que a fé em Cristo representa a luz da justiça que nunca se apaga. Ele ainda pediu a intercessão de Maria, Mãe de Deus e da Igreja, como um guia para essas súplicas.
O papa lembrou aos fiéis que, a partir de 1º de janeiro de 1968, essa data é reconhecida como o Dia Mundial da Paz. Nesse contexto, ele repetiu uma de suas mensagens ao ser eleito pontífice: “A paz esteja com todos vocês”, fazendo um convite à continuidade de um movimento que busca desarmar corações e rejeitar qualquer forma de violência.
Na conclusão do seu discurso, Leão XIV destacou a relevância do oitavo centenário da morte de São Francisco, refletindo sobre o legado de paz e harmonia deixado por ele. Com uma bênção especial, o papa encerrou sua homilia, oferecendo esperança a um mundo que clama por justiça e reconciliação.
