A programação está repleta de momentos interativos, como rodas de conversa e palestras, onde os Fulni-ô discutirão suas histórias e as adversidades que ainda enfrentam. Além das discussões, os participantes terão a oportunidade de se conectar com a natureza por meio de atividades ao ar livre, como convivências em torno da fogueira e banhos nos rios que banham a região, momentos que prometem ser tanto de aprendizado quanto de introspecção sob o céu estrelado.
Juliano Basso, coordenador da Aldeia Multiétnica, ressaltou a importância do evento dizendo que “a Aldeia é feita de encontros, de histórias que se entrelaçam, e cada pessoa que passa por aqui leva consigo um pouco da sabedoria indígena e da essência do lugar”. Esse tipo de interação não só enriquece o conhecimento dos participantes, mas também fomenta um ambiente de celebração e respeito pelas tradições que moldam a identidade dos povos originários.
Olhos também estão voltados para o próximo evento que ocorrerá em julho, onde a Aldeia Multiétnica receberá várias etnias, incluindo os Kayapó Mebêngôkré, Kariri Xocó, Xavante, e Guarani Mbyá. Durante nove dias, essas culturas diversas se unirão para promover uma experiência rica em troca de saberes e vivências. “Queremos que todos vivenciem a essência dos nossos povos; é um espaço para aprender e celebrar juntos. A troca de saberes é fundamental para a construção de um futuro mais harmônico”, destacou Basso, reforçando o compromisso com o diálogo intercultural.
A Aldeia Multiétnica, portanto, se consolida como um espaço vital de intercâmbio cultural, favorecendo não apenas o aprendizado sobre as tradições indígenas, mas também a construção de relações mais respeitosas e conscientes entre diferentes culturas. Para mais detalhes sobre a programação e atividades, a página do projeto está disponível para consulta.






