São Paulo, a maior cidade do país, fechou o ano passado com um saldo negativo de R$ 7,97 bilhões, representando uma mudança significativa em relação ao período anterior. Já o Rio de Janeiro, que em 2019 possuía um superávit de R$ 1,3 bilhão, viu esse cenário se transformar em um déficit de R$ 2,5 bilhões em 2023.
Um dos principais indicadores avaliados foi o resultado primário nominal, que reflete a diferença entre receitas e despesas sem os juros da dívida. Um saldo positivo indica um superávit, o que significa uma maior capacidade para investimentos sem a necessidade de endividamento. Por outro lado, um saldo negativo aponta para um déficit e possíveis problemas financeiros.
Dentre as 11 capitais que conseguiram melhorar suas contas públicas, Maceió se destacou como a terceira capital com superávit, ao lado de Natal e Campo Grande. Essas cidades conseguiram sair da situação de déficit e alcançar uma gestão financeira mais equilibrada, demonstrando uma eficiência na administração dos recursos públicos.
Esse estudo evidencia a importância de uma gestão financeira responsável por parte das prefeituras, visando garantir a sustentabilidade das contas públicas e o equilíbrio fiscal a longo prazo. A análise desses dados serve como um alerta para os gestores públicos sobre a necessidade de adotar medidas eficazes para evitar a deterioração das finanças municipais e promover um desenvolvimento sustentável para as cidades brasileiras.





