Deylon possuía uma extensa ficha criminal, que incluía condenações por homicídios triplamente qualificados e tráfico de drogas. Em sua trajetória criminal, ele foi considerado culpado pela morte de duas pessoas, juntamente com outros comparsas, e acumulava uma condenação total de 42 anos e 8 meses de encarceramento.
A brutalidade do crime teve como autor um companheiro de cela, Aldeir Souza Jardim, conhecido como Bila, que confessou ter assassinado Deylon. Reports indicam que ele utilizou uma técnica de estrangulamento, chamada mata-leão, para subjugar a vítima antes de começar o ato desumano de esquartejamento. O suspeito ainda teria manifestado risos após o assassinato, evidenciando uma insensibilidade chocante em relação ao ato cometido.
As autoridades da Polícia Civil de Minas Gerais iniciaram uma investigação para elucidar as motivações que levaram a tal ato violento. De acordo com o alegado pelo autor do crime, uma rixa antiga entre os dois detentos poderá ser a razão do homicídio, que também pode envolver questões de homofobia. Curiosamente, Deylon havia participação em outro homicídio dentro da penitenciária, envolvendo a morte de outro detento, Douglas Cristóvão, ocorrido em janeiro.
Após o crime, Aldeir foi isolado e posteriormente apresentado à polícia. O corpo de Deylon foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para a devida perícia. Além da ação da Polícia Civil, a direção da penitenciária instaurou um processo administrativo para investigar o caso, demonstrando a seriedade com que o sistema prisional de Minas Gerais tratará esta situação extrema e chocante. Os desdobramentos dessa investigação devem ser acompanhados, dado o impacto social e psicológico que um crime dessa magnitude provoca não apenas dentro do sistema carcerário, mas na sociedade como um todo.





