A moradora Clarissa Duarte, servidora pública e vítima do desabamento, afirma que vídeos do dia anterior mostram que os responsáveis pela obra poderiam ter previsto a tragédia. Ela ressalta que não houve nenhum aviso sobre possíveis riscos e que, ao retornar para casa após o almoço, se deparou com parte de sua propriedade destruída.
Vários sinais de perigo foram ignorados, segundo relatos da moradora. Rachaduras no solo, pilhas de pedras próximas ao muro e deslizamentos de terra já indicavam os problemas iminentes. Mesmo tendo alertado a Secretaria de Obras e a construtora sobre os riscos, nada foi feito a tempo de evitar a tragédia.
A Secretaria de Obras se pronunciou, informando que as obras de contenção e estabilização do solo estão em andamento para garantir a segurança das residências. Um laudo técnico está sendo elaborado para apurar as causas do incidente, e medidas administrativas serão tomadas posteriormente. Vale ressaltar que os serviços de escavação estavam sendo realizados a uma distância considerável das casas afetadas.
Esse é mais um caso que levanta questões sobre a segurança das obras em áreas residenciais e a responsabilidade dos órgãos competentes em garantir a proteção dos cidadãos. Os moradores afetados agora buscam respostas e soluções para os prejuízos causados pela negligência. A população aguarda por justiça e medidas para evitar que novos incidentes como esse ocorram no futuro.





