Um vídeo gravado por Mulher Pera, que circulou nas redes sociais, documenta a tensa interação entre ela e os diretores da agremiação. As imagens mostram Mulher Pera expressando seu descontentamento ao afirmar: “Nunca fui tão desrespeitada como estou sendo. Vocês estão me desrespeitando, eu cheguei antes.” À sua afirmação, os representantes da escola de samba rebatem, insistindo que ela não havia chegado no horário estipulado. Mulher Pera respondeu, afirmando que chegou dentro do prazo e descrevendo a situação como um absurda.
Além da questão do horário, Mulher Pera revelou que o desentendimento com a escola também se relacionou à sua escolha de figurino. De acordo com suas declarações, ela optou por trocar a fantasia originalmente designada pela Mocidade Unida da Mooca por um figurino de sua preferência, o que aparentemente gerou descontentamento e resultou em sua proibição de desfilar.
A situação envolvendo Mulher Pera e a Mocidade Unida da Mooca levanta questões sobre os bastidores do carnaval e as dinâmicas de relacionamento entre artistas e escolas de samba. O incidente, que poderia ter sido uma celebração vibrante de cultura e alegria, culminou em um desfecho controverso, refletindo as tensões que por vezes emergem nos grandes eventos da indústria do entretenimento. A repercussão de sua experiência pode abrir um debate mais amplo sobre respeito e colaboração nas interações entre influenciadores e instituições de tradição carnavalesca.







