De acordo com especialistas em economia, essa redução no desemprego é um reflexo das estratégias da gestão municipal, que investiu fortemente nas cadeias do turismo e da cultura. Esses setores se destacam por representar aproximadamente 10% do Produto Interno Bruto (PIB) da cidade. O economista Arnóbio Cavalcanti, professor da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), expressou que Maceió se transformou em um “parque a céu aberto”, evidenciando que as indústrias do turismo e cultura são essenciais para a dinâmica econômica local.
Os investimentos direcionados ao turismo foram cruciais para mitigar os impactos econômicos negativos provocados pelo afundamento do solo, um problema surgido em decorrência das atividades da mineradora Braskem. Dados adicionais revelam que Maceió gerou, até outubro de 2025, mais de 50% dos novos empregos formais de Alagoas, com aproximadamente 8.830 postos, destacando a capital como motor do mercado de trabalho estadual.
Além das 12.500 atendimentos realizados pela Secretaria Municipal do Trabalho, Emprego e Economia Solidária (Semtes) até dezembro de 2025, novas iniciativas garantiram um suporte ainda mais eficaz à população. O Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Maceió adotou inovações tecnológicas que otimizaram o processo de cadastro e encaminhamento, facilitando a conexão entre empregadores e trabalhadores.
Programas emblemáticos, como o Emprega Maceió e o Emprega Jovem, também mostraram desempenho positivo ao intermediá-los mais de mil vagas em setores variados e ao formar 360 jovens, respectivamente. Além disso, iniciativas como o Emprega Delas, que focou na contratação de mulheres, e o Emprega 40+, que busca incluir profissionais acima dos 40 anos, evidenciam um compromisso com a inclusão e a equidade no mercado de trabalho. Com esses esforços, Maceió não só celebra a diminuição do desemprego, mas também aponta para um futuro mais promissor e inclusivo.







