Desembargadores ratificam multa de R$ 250 mil por rinha de galo em SP: decisão é mantida pela Justiça.

Desembargadores da 1ª Câmara Reservada ao Meio Ambiente do Tribunal de Justiça de São Paulo confirmaram a sentença da juíza Lucilene Aparecida Canella de Melo, da 2ª Vara da Fazenda Pública de Ribeirão Preto, que manteve a validade de um Auto de Infração Ambiental aplicado a um homem por promover rinhas de galo. A multa estipulada em R$ 250 mil foi lavrada por um órgão fiscalizador da Secretaria Estadual do Meio Ambiente.

De acordo com informações contidas nos autos do processo, a Polícia de Ribeirão Preto realizou uma diligência em uma chácara na cidade e apreendeu 167 galos que apresentavam sinais de mutilação e maus-tratos. O boletim de ocorrência destacou a presença de uma estrutura destinada à realização de rinhas, incluindo arenas para o combate entre as aves.

Essa decisão dos desembargadores representa mais um passo na luta contra a prática cruel e ilegal das rinhas de galo, que resultam em sofrimento e mortalidade desses animais. A manutenção da multa de R$ 250 mil também serve como um alerta e uma punição para aqueles que insistem em desrespeitar as leis ambientais e maltratar os animais.

Vale ressaltar que a realização de rinhas de galo é uma atividade criminosa, que envolve violência e exploração dos animais para entretenimento humano. A fiscalização e punição rigorosa dessas práticas são essenciais para a proteção dos animais e a promoção do respeito ao meio ambiente.

Para saber mais detalhes sobre esse caso e sobre a decisão dos desembargadores, acesse a reportagem completa no site da Tribuna de Minas, parceiro do Metrópoles.

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