De acordo com informações contidas nos autos do processo, a Polícia de Ribeirão Preto realizou uma diligência em uma chácara na cidade e apreendeu 167 galos que apresentavam sinais de mutilação e maus-tratos. O boletim de ocorrência destacou a presença de uma estrutura destinada à realização de rinhas, incluindo arenas para o combate entre as aves.
Essa decisão dos desembargadores representa mais um passo na luta contra a prática cruel e ilegal das rinhas de galo, que resultam em sofrimento e mortalidade desses animais. A manutenção da multa de R$ 250 mil também serve como um alerta e uma punição para aqueles que insistem em desrespeitar as leis ambientais e maltratar os animais.
Vale ressaltar que a realização de rinhas de galo é uma atividade criminosa, que envolve violência e exploração dos animais para entretenimento humano. A fiscalização e punição rigorosa dessas práticas são essenciais para a proteção dos animais e a promoção do respeito ao meio ambiente.
Para saber mais detalhes sobre esse caso e sobre a decisão dos desembargadores, acesse a reportagem completa no site da Tribuna de Minas, parceiro do Metrópoles.







