A situação se torna ainda mais sombria, uma vez que Ribeiro Filho estava desaparecido há aproximadamente um mês. Este mistério mobilizou não apenas a Polícia Civil do Rio de Janeiro, mas também o alto escalão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), que acompanhou o desenrolar das investigações com preocupação. Inicialmente, detalhes sobre seu sumiço foram revelados por um colunista, o que atraiu a atenção da mídia e das autoridades para o caso.
Nos primeiros levantamentos realizados pela Polícia Civil, não foram encontrados sinais evidentes de violência no corpo, e a perícia esteve a cargo da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). O corpo do desembargador foi encaminhado para o Instituto Médico-Legal (IML), onde deverá passar por uma análise mais aprofundada para determinar as circunstâncias exatas que culminaram em sua morte.
A ausência de indícios de crime gera ainda mais perguntas e alimenta a especulação sobre o que realmente aconteceu com o magistrado. O caso continua sob investigação, com as autoridades trabalhando diligentemente para esclarecer as circunstâncias que cercam esta trágica ocorrência.
O desfecho dessa triste história ainda é incerto, e a comunidade jurídica e a sociedade civil aguardam atualizações sobre o caso que abalou tanto o meio legal quanto a opinião pública. O desaparecimento de uma figura tão proeminente levanta questões sobre segurança e integridade dentro do sistema judiciário brasileiro, um aspecto que certamente será debatido à luz dos acontecimentos recentes.





