Os vestígios arqueológicos vieram à tona quando máquinas de terraplanagem escavavam valas para a construção de um muro, em uma área que se estende por 337 acres. À medida que os trabalhadores desenterravam grandes blocos de pedra, rapidamente surgiu a suspeita de que aquelas construções eram parte de um antigo complexo religioso, cuja importância histórica pode ser imensa. No entanto, o que se seguiu à descoberta virou o cotidiano em um momento de tensão. Três cobras emergiram repentinamente de sob os blocos de pedra, causando pânico entre os operários e levando à interrupção das atividades no local.
Infelizmente, uma das serpentes ficou soterrada e morreu, enquanto as outras conseguiram fugir. A morte da cobra gerou comoção entre os moradores locais, que realizaram rituais e cerimônias fúnebres em respeito ao animal. Acredita-se que o ocorrido tenha um significado espiritual, sugerindo a proximidade de um santuário que há muito se perdeu na memória coletiva da região. Esse episódio reforçou crenças tradicionais que ligam espaços sagrados, águas e forças protetoras à cultura local.
Ainda não há uma confirmação oficial sobre a origem histórica das ruínas; no entanto, a descoberta ganhou grande repercussão em virtude do seu simbolismo cultural e religioso. Em virtude disso, as obras foram temporariamente suspensas, permitindo que uma equipe de arqueólogos conduza uma análise mais minuciosa do local. A expectativa é que essa investigação revele valiosas informações sobre o passado da região, ao mesmo tempo em que o episódio das cobras permanece na memória coletiva como um sinal de reverência àqueles que habitaram essas terras muito antes de nós.





