Além disso, a pesquisa também aponta que a insatisfação cresceu entre os jovens de 16 a 24 anos, com a rejeição aumentando de 58,6% para 72,7%. Este dado sugere uma desconexão significativa entre as novas gerações e o governo, o que pode impactar a política a longo prazo. De maneira similar, entre os idosos com 60 anos ou mais, a desaprovação saltou de 39,2% para 50,8%, indicando que a frustração com a gestão atual permeia diversas faixas etárias.
Regionalmente, a situação se mostra ainda mais crítica. O presidente enfrenta seus maiores desafios no Centro-Oeste, onde a desaprovação alcança 65,9%. O Norte e o Sul também apresentam altos índices de rejeição, com 63,9% e 60,2%, respectivamente. Por outro lado, o Nordeste surge como uma exceção, onde Lula ainda mantém uma aceitação maior, com 55,6% de aprovação em contraste com 43,9% de desaprovação.
Esses números, resultado de uma pesquisa realizada entre 18 e 23 de março com 5.028 brasileiros, revelam uma crescente insatisfação com a liderança de Lula. A margem de erro da pesquisa é de 1 ponto percentual, oferecendo uma visão detalhada do clima político atual. À medida que a administração avança, a capacidade do presidente de reverter essa tendência de desaprovação será fundamental para o futuro de seu governo e para a estabilidade política do país.






