Conforme informações do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), o fornecimento elétrico da casa já havia sido cortado anteriormente devido à inadimplência. No entanto, de maneira irregular, ele foi restabelecido pela moradora. Ao chegar à residência para efetuar uma nova interrupção, os funcionários da Equatorial Alagoas foram surpreendidos por insultos verbais proferidos pela proprietária. Diante da hostilidade, o apoio da polícia foi solicitado.
A presença dos agentes no local não acalmou a situação, conforme relataram os próprios militares. A mulher, visivelmente alterada, iniciou uma série de ofensas aos policiais e, em um ato de violência, pegou um grande pedaço de madeira, dirigindo-se ameaçadoramente na direção da guarnição. Tal atitude obrigou os policiais a agirem rapidamente para controlar a situação e garantir a segurança de todos os presentes.
Durante a tentativa de contenção, a companheira da mulher interferiu no incidente. Pegando a madeira utilizada na agressão, ela correu para dentro da residência, buscando, talvez, impedir a continuação das ações da polícia. Apesar do tumulto, a equipe da Equatorial Alagoas conseguiu concluir o trabalho de desligamento da ligação clandestina, essencial para a manutenção da segurança elétrica da comunidade.
A agressora foi posteriormente encaminhada à Central de Flagrantes, localizada no Tabuleiro dos Martins. Lá, ela foi formalmente autuada por desacato à autoridade e resistência à prisão. O caso levanta questões sobre os desafios enfrentados por profissionais que atuam em situações delicadas e expostas à reação de moradores insatisfeitos. Enquanto isso, autoridades enfatizam a importância de seguir os trâmites legais para evitar conflitos desnecessários e preservar a ordem pública.






