Imagens capturadas pela emissora mostram o subsecretário de costas para o edifício no momento do desabamento. Graças à rápida percepção do perigo, ele, junto com o repórter e o cinegrafista, conseguiu se afastar a tempo, evitando assim ferimentos. O colapso da estrutura gerou uma nuvem de poeira que tomou conta da cena, criando um ambiente caótico temporário.
De acordo com as informações da Defesa Civil, o imóvel já estava interditado, e sua demolição havia sido determinada devido aos sérios danos causados pelo incêndio. Por essa razão, o edifício estava desocupado e apresentava riscos para quem passasse por ali. Após o incêndio, algumas pessoas tentaram retirar ferros e outros materiais da estrutura com a intenção de revendê-los, mas foram prontamente impedidas pelas autoridades, que intensificaram a vigilância na área.
Vale ressaltar que, por muitos anos, o imóvel funcionou como uma borracharia, localizada no quilômetro 73 da rodovia. Durante o combate às chamas que consumiram o local, os bombeiros enfrentaram dificuldades devido aos materiais remanescentes da velha borracharia, o que complicou as operações no local. Além disso, a proximidade do incêndio com a BR-101 impactou o tráfego na via, resultando em congestionamentos de até 10 quilômetros.
O acontecimento levanta questões sobre a segurança de edificações comprometidas e a necessidade de uma assessment mais rigorosa das estruturas arruinadas, especialmente em áreas urbanas movimentadas, como as margens de rodovias importantes.
