O embate teve início depois do discurso do ex-procurador e ex-deputado Deltan Dallagnol, do Novo-PR, que participou do evento por videoconferência. Quando foi aberto espaço para comentários dos parlamentares, Solla e Gilvan começaram a discutir e trocar insultos.
Gilvan acusou o ex-presidente Lula de ser corrupto, o que causou a indignação de Solla, que anunciou sua saída da sessão. O petista afirmou: “Eu vou sair porque não estou disposto a ouvir mentira”. Em resposta, Gilvan chamou Solla de “covarde”, enquanto o petista o desafiou a abrir seu sigilo bancário para provar sua inocência.
Durante a saída de Solla da comissão, Gilvan continuou proferindo insultos, chamando-o de “covarde” e “moleque”. A sessão, que contou com a presença de apenas 15 deputados, menos da metade do colegiado, também teve a participação de advogados críticos à Lava Jato.
O clima acalorado entre os deputados demonstra a polarização e as tensões políticas que permeiam o cenário atual. Os ataques pessoais e as acusações mútuas refletem a falta de diálogo e o ambiente conturbado que tem marcado o debate político no país.





