Relatos de profissionais de saúde confirmam que a intensidade do temporal aumentou durante a concentração dos manifestantes, que enfrentaram a fúria da natureza em um cenário de risco elevado. A decisão de seguir com a mobilização em tais circunstâncias gerou um furor nas redes sociais, promovendo amplos debate sobre a responsabilidade das figuras políticas na organização e condução de eventos públicos.
Cauê Castro não hesitou em criticar a condução do ato, enfatizando que, embora as condições climáticas possam ser interpretadas como uma fatalidade, a responsabilidade na convocação e no gerenciamento da situação não deve ser ignorada. “A fatalidade pode ocorrer, sim, mas convocar e manter pessoas em meio a um temporal é um ato de irresponsabilidade. Uma liderança política deve priorizar a segurança da população”, ressaltou ele.
Ademais, o superintendente frisou que a mobilização política não pode, em hipótese alguma, sobrepor-se à integridade física dos indivíduos envolvidos. “Não se pode brincar com vidas. Quando o perigo é evidente, a responsabilidade do líder é suspender o evento, proteger os participantes e orientar a todos, em vez de seguir como se tudo estivesse dentro da normalidade”, concluiu, deixando clara a sua posição sobre a importância da segurança em atos desse tipo.
Esse episódio levanta não apenas discussões sobre o compromisso de líderes políticos com a segurança pública, mas também uma reflexão mais ampla sobre os riscos que os participantes de manifestações estão dispostos a enfrentar em nome da expressão de suas opiniões. A responsabilidade deve ser uma prioridade inegociável em qualquer atividade pública.






