Deputado Cabo Gilberto Silva promete acionar órgãos contra atendimento médico de Jair Bolsonaro após queda na cela da Polícia Federal

Na manhã desta terça-feira, 6 de junho, Cabo Gilberto Silva, líder da oposição na Câmara dos Deputados e membro do PL da Paraíba, manifestou sua intenção de buscar ajuda de várias entidades em âmbito nacional e internacional devido ao atendimento recebido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, que sofreu uma queda em sua cela na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. Durante o incidente, Bolsonaro bateu a cabeça, e a Polícia Federal decidiu inicialmente que não havia necessidade de transferi-lo para um hospital. Essa avaliação foi corroborada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que negou a possibilidade de liberdade do ex-presidente.

Em sua declaração, o parlamentar expressou preocupação com a qualidade do atendimento médico disponibilizado a Bolsonaro, argumentando que a situação violaria o Estatuto do Idoso, considerando que o ex-presidente ultrapassa os 70 anos de idade. Cabo Gilberto confirmou que irá acionar diversas instituições, incluindo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Procuradoria-Geral da República (PGR), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e também a Corte Interamericana de Direitos Humanos.

O deputado se mostrou indignado com o que considera ser restrições excessivas impostas ao ex-presidente, destacando que o julgamento de Bolsonaro pelo STF foi finalizado em novembro, com a decisão tornando-se definitiva. Para ele, a situação atual levanta sérias questões sobre os direitos humanos e a dignidade do idoso, e a resposta do sistema judicial e das autoridades competentes se reveste de extrema importância.

O caso de Jair Bolsonaro continua a gerar controvérsia e discussão no cenário político brasileiro, especialmente entre membros da oposição, que defendem uma tratamento mais humanitário e respeitoso para todos, independentemente das circunstâncias legais. Cabo Gilberto Silva almeja, por meio de suas ações, não apenas defender o ex-presidente, mas também reforçar a necessidade de um olhar atento às condições que envolvem a detenção de figuras públicas no país e aos direitos garantidos pela legislação.

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