O trágico acidente aconteceu na Estrada Parque Taguatinga (EPTG), quando a delegada foi acometida por uma manobra imprudente de outro veículo, o que resultou na perda de controle de seu carro, um veículo oficial descaracterizado, culminando em um capotamento. Imagens do local mostraram os restos dos dois veículos, ambos com danos significativos. Naquele episódio, Denise sofreu graves lesões, incluindo traumatismo cranioencefálico, sangramento pelo ouvido e nariz, além de uma lesão na coluna vertebral e “apagamento difuso cerebral”.
Ela recebeu atendimento imediato de um médico que estava passando pelo local e foi rapidamente levada ao Hospital de Base do Distrito Federal, onde foi submetida a um rigoroso tratamento. A delegada permaneceu em coma não induzido na unidade de terapia intensiva (UTI) de um hospital particular por mais de vinte dias, antes de conseguir receber alta em 22 de novembro do mesmo ano. Desde então, Denise realizava tratamento em casa.
O impacto da sua perda foi sentido profundamente na polícia e entre colegas, que destacaram não apenas sua atuação como delegada, mas também seu comprometimento e dedicação à função pública. O sepultamento de Denise acontecerá em Salvador, sua cidade natal, onde será homenageada e lembrada por colegas e amigos.
A morte de Denise Pereira Rocha Lima traz à tona questões sobre a segurança no trânsito e a fragilidade da vida, relembrando a todos a importância de se dirigir com responsabilidade. A comunidade policial, assim como familiares e amigos, seguem em luto pela perda de uma profissional cuja trajetória foi marcada por desafios e superações.
