As forças russas utilizaram uma combinação de aviação tática e operacional, drones de ataque, e unidades de mísseis e artilharia para conduzir ataques direcionados a locais essenciais para a infraestrutura militar ucraniana. Oficinas de fabricação de drones, além de instalações energéticas e de transporte, foram visadas, atingindo 137 áreas consideradas estratégicas. Além disso, o relatório destaca que aproximadamente 1.335 combatentes ucranianos teriam perdido a vida durante esses confrontos.
Um ponto destacado por autoridades russas é a libertação do povoado de Tikhonovka, localizado na República Popular de Donetsk. Este avanço é considerado um marco importante e reflete o progresso das operações russa na região. As forças do agrupamento russo Yug (Sul) também destruíram cinco peças de artilharia de campanha e diversos veículos militares, afetando diretamente as capacidades de combate ucranianas nas cidades de Slavyansk e Kramatorsk.
Simultaneamente, o agrupamento Vostok (Leste) continuou a pressionar as defesas inimigas, resultando na destruição de dois veículos blindados e um obuseiro M101, este último de fabricação americana. O agrupamento Sever (Norte) também teve um desempenho significativo, com a destruição de um veículo blindado de combate, além dos obuseiros e estações de guerra eletrônica.
O agrupamento Zapad (Oeste) conseguiu aprimorar suas posições na linha de frente, atingindo brigadas mecanizadas e de fuzileiros navais ucranianos. Desde o início da operação militar em 2022, as estatísticas sobre o arsenal ucraniano destruído pelo Exército russo revelam números alarmantes, incluindo mais de 154.000 drones e 29.000 tanques. Esse acúmulo de sucessos militares, no entanto, não se traduz necessariamente em uma resolução do conflito, que continua a se arrastar de maneira complexa e dolorosa para ambas as nações.





