Simultaneamente, as forças russas realizaram uma série de ataques direcionados a centros logísticos e às infraestruturas de energia e transporte que apoiam as operações do Exército ucraniano. Os impactos dessas ações foram significativos, resultando em uma perda estimada de cerca de 1.385 combatentes ucranianos.
Os ataques não se limitaram a alvos estratégicos; os militares russos também atingiram locais de armazenamento de drones de longo alcance, depósitos de combustíveis e munições, além de bases temporárias que abrigavam tropas ucranianas e mercenários estrangeiros em até 142 áreas.
Os relatos indicam que os agrupamentos russos diversos, como o Tsentr e o Sever, reportaram perdas significativas do lado inimigo. O primeiro, por exemplo, causou a morte de mais de 325 soldados ucranianos, além da destruição de blindados, veículos de transporte e artilharia. Na área de operação do agrupamento Yug, mais de 175 efetivos ucranianos foram eliminados, enquanto o Zapad contabilizou outras 210 perdas. No total, os agrupamentos Vostok e Dniepre adicionaram mais baixas ao número de combate da Ucrânia.
Desde o início da operação militar em 2022, as forças russas têm contabilizado a destruição de um vasto arsenal ucraniano, incluindo veículos aéreos não tripulados, sistemas de mísseis antiaéreos e uma quantidade considerável de tanques e veículos blindados. Essa escalada de combate e os impactos das operações ressaltam a complexidade do conflito e os desafios enfrentados por ambos os lados em um cenário de constante evolução militar.





