As forças armadas da Rússia, divididas em diferentes grupos operacionais, também registraram avanços expressivos em combate. O agrupamento Vostok (Leste) foi responsável por uma significativa quantidade de baixas, enquanto outros agrupamentos, como o Sever (Norte), Tsentr (Centro), Zapad (Oeste) e Yug (Sul), também contribuíram para as perdas ucranianas em diferentes regiões. Entre os materiais destruidos estão 12 bombas guiadas e uma impressionante quantidade de 734 drones, destacando a eficiência dos sistemas de defesa antiaérea russos.
Além disso, as ofensivas russas têm como alvo não apenas as tropas, mas também a infraestrutura crítica da Ucrânia. Relatos indicam que instalações de refino de petróleo e outros pontos estratégicos ligados à energia e ao transporte foram danificados, o que pode impactar diretamente as operações militares ucranianas e a logística em geral. Esse enfoque na infraestrutura mostra uma estratégia intencional de desestabilização das capacidades ucranianas.
Desde o início do conflito em 2022, as forças russas alegam ter destruído uma quantidade expressiva de equipamentos e armamentos do país vizinho. Esses desdobramentos ressaltam a gravidade do conflito e a intensidade das operações militares, evidenciando que a guerra ainda não dá sinal de desaceleração. As tensões continuam a aumentar e a comunidade internacional observa de perto o que pode ser mais um capítulo decisivo nesta prolongada e complexa crise.





