O deputado ressaltou que Débora passou dois anos atrás das grades por um ato considerado mínimo, pichar uma estátua com batom. Foi apenas após intensa pressão popular e da oposição política, que obstruiu a pauta na Câmara, que sua soltura foi concedida. Cabo Bebeto alertou em sua publicação: “Nunca acredite em tiranos. Não foi por bondade que ela foi liberada”.
A situação de Débora trouxe à tona mais uma vez a discussão sobre a seletividade do sistema judiciário e a desigualdade no tratamento de diferentes casos. A repercussão do caso na sociedade foi intensa, com muitos apoiando a decisão da justiça de conceder a prisão domiciliar, mas também criticando as condições impostas à Débora mesmo em sua nova situação.
Por fim, a mensagem de Cabo Bebeto ressalta a importância de se manter vigilante em relação aos abusos de poder e injustiças cometidas. Acompanharemos de perto o desenrolar desse caso e continuaremos a cobrar por justiça e igualdade perante a lei.
Assessoria de Comunicação do Deputado Cabo Bebeto.
