O estudo foi realizado entre os dias 12 e 13 de maio e entrevistou 2.004 eleitores. Apesar das polêmicas em torno das conversas, que sugerem que Flávio solicitou R$ 61 milhões para financiar um filme sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, a coletânea de dados sofreu pouca influência do caso, pois a maior parte das entrevistas ocorreu antes da revelação. Esta nova pesquisa mostra, em comparação ao levantamento anterior, uma leve queda de Lula de 39% para 38%, enquanto Flávio mantém os 35%.
Na lista de outros candidatos, figuram o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, ambos somando 3% das intenções de voto. A pesquisa também analisa uma situação estimulada que inclui nomes como Ciro Gomes, que embora não esteja oficialmente na corrida, foi considerado e alcançou 5% das intenções.
Em um cenário onde os entrevistados falam livremente sobre suas preferências, Lula se destaca com 27% das menções espontâneas, superando Flávio Bolsonaro, que registra 18%. No entanto, a pesquisa revela que um significativo 39% dos eleitores ainda estão indecisos, não sabendo a quem dar seu voto.
Por outro lado, os índices de rejeição mostram Lula como o mais rejeitado, com 47% indicando que não votariam nele de jeito nenhum, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 43%.
Quando projetados para um possível segundo turno, ambos candidates aparecem novamente empatados, com 45% das intenções de voto para cada um. Esse equilíbrio reflete um ambiente político intenso e dividido, com uma substancial quantidade de eleitores optando por não apoiar nenhum dos candidatos nesse cenário.
O levantamento apresenta assim um retrato dinâmico da corrida eleitoral, revelando um embate entre duas figuras proeminentes e encapsulando a crescente polarização política no Brasil.





