O estudo foi conduzido nos dias 20 e 21 de maio, abrangendo 2.004 entrevistados em 139 municípios, com uma margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou menos. A relação entre Flávio e Vorcaro, ambos considerados figuras proeminentes em seus respectivos campos, disparou debates sobre ética e finanças em campanhas políticas. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral com o código BR-07489/2026.
Ainda segundo a sondagem, 72% dos consultados afirmam que Flávio Bolsonaro e o banqueiro manteriam um relacionamento próximo. Essa percepção é compartilhada até mesmo por 54% dos apoiadores do senador. No entanto, a revelação das mensagens entre Flávio e Vorcaro pode ter impactos significativos na sua imagem pública e em sua futura trajetória política. Antes do escândalo, 38% dos entrevistados consideravam votar no senador. Com as novas informações, 48% acreditam que ele deveria desistir da candidatura e apoiar outro nome no pleito.
Outro dado interessante revelado pela pesquisa é que, entre aqueles que previamente tinham intenção de votar em Flávio, 67% afirmaram que as divulgações das conversas não afetaram sua confiança no parlamentar. Isso sugere que, apesar da desaprovação generalizada, uma parcela do eleitorado permanece fiel, evidenciando a complexidade das relações políticas e a resiliência de alguns candidatos em meio a crises.
A situação ressalta a necessidade de uma discussão mais profunda sobre a ética nas campanhas eleitorais e como as relações financeiras podem influenciar a decisão do eleitor, revelando um cenário marcado pela polarização e desconfiança em relação a figuras públicas.
