Com uma duração prevista até o dia 24 de outubro, a mostra apresenta um total de 30 obras inéditas, que variam entre colagens e tapeçarias. As peças são uma verdadeira celebração das formas orgânicas da natureza, inspiradas por referências célebres como Henri Matisse, Roberto Burle Marx e Oscar Niemeyer. Em suas composições, Sheyla utiliza folhas, flores e formas vegetais, que ganham novas dimensões através de papéis pintados, recortados e reorganizados em arranjos que vibram em movimento e cor.
O evento contou com a presença de uma notável lista de artistas, como Antônio Mendes, Daniel Dobbin, Heron Martins, e Tereza Perman, além de renomados arquitetos pernambucanos, entre eles Alberico Paes Barreto e Beatriz Esteves. Para Tereza Perman, a exposição marca um ponto de maturidade na trajetória de Sheyla, que conseguiu expressar em sua arte o sentimento que a natureza lhe provoca, carregando sua personalidade vibrante.
Esta exposição marca um novo capítulo na carreira de Sheyla Camargo, estabelecendo a colagem como sua principal forma de expressão. Durante a vernissage, os visitantes também puderam desfrutar de uma apresentação musical do cantor Jade Sales, que interpretou uma canção criada especialmente para a ocasião, enriquecendo ainda mais a experiência sensorial proporcionada.
A artista, sempre atenta ao aspecto humanístico de sua produção, também anunciou a doação de uma obra em formato de palmeira para a Enfermaria de Cuidados Paliativos do IMIP, destacando seu compromisso social e afetivo.
Os interessados podem visitar a “Dança das Plantas” gratuitamente, de quarta a sábado, das 10h às 16h, no Instituto Ploeg. Além disso, todas as quintas-feiras, Sheyla oferece um bate-papo com o público para discutir suas obras, criando um espaço de interação e aprendizado. Essa exposição, sem dúvida, reafirma a importância da arte na construção de um diálogo cultural rico e acessível.




