A senadora expressou sua indignação diante das acusações de que teria deixado de apoiar o filho de Jair Bolsonaro. Em suas palavras, ela destacou que esses comentários são injustos e que configuram, de fato, uma forma de “violência política de gênero”. Damares, que foi ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, enfatizou a necessidade de denunciar esses ataques, que, segundo ela, prejudicam sua honra e integridade.
“No momento em que se começa a questionar a lealdade de um soldado da direita, é importante verificar o que foi dito antes de compartilhar essas informações”, afirmou Damares, instando seus apoiadores a buscar a verdade em suas redes sociais, onde se posiciona de maneira clara e transparente.
Esse episódio ocorre em um contexto mais amplo de tensão familiar e política. Flávio e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro também estão envolvidos em desentendimentos, evidenciados por um vídeo em que Michelle se diz “humilhada e maltratada” pelo senador. Flávio prontamente se desculpou, afirmando que não teve a intenção de ofendê-la.
Em um desdobramento adicional, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu suspender, por 90 dias, o direito de visita de Flávio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, após ele ter divulgado uma mensagem de apoio às redes sociais. Essa decisão foi interpretada como uma tentativa de contornar restrições impostas ao ex-presidente, que enfrenta uma pena de prisão domiciliar.
Diante de toda essa confusão, Flávio Bolsonaro enfrenta críticas por sua manutenção de vínculos políticos e familiares, enquanto Damares assegura sua posição dentro do Partido e em relação ao legado da família Bolsonaro. A senadora diz: “Precisamos de união para que os soldados da direita não sejam atacados pelos seus próprios.” Essa dinâmica revela um cenário político fragmentado, repleto de conflitos internos, que poderá impactar a nova corrida eleitoral.





