Os dados expostos são variados e alarmantes, compreendendo nomes de usuário, nomes completos, endereços de e-mail, números de telefone e endereços físicos parciais, entre outros. Essa vasta coleta de informações pessoais, disponibilizada gratuitamente em plataformas de criminosos digitais, intensifica o perigo de fraudes, golpes e invasões de contas para os usuários da popular rede social.
Nos últimos dias, muitos usuários relataram ter enfrentado tentativas de acesso não autorizado a suas contas, além de terem recebido e-mails fraudulentos que imitam comunicações oficiais do Instagram. Esses e-mails, geralmente, têm como objetivo roubar senhas e códigos de verificação, contribuindo para o aumento de casos de phishing associados ao vazamento de dados. Especialistas em segurança indicam que essa recente onda de tentativas de ataque está diretamente relacionada à recirculação das informações vazadas.
As investigações sugerem que tais dados foram extraídos de uma API do Instagram, a qual teria sido comprometida no ano anterior. O conteúdo colhido durante esse período foi armazenado e, agora, reapareceu nas partes clandestinas da internet, dificultando a rastreabilidade e o controle das informações.
Em busca de uma resposta, a Meta, empresa controladora do Instagram, não se posicionou publicamente sobre a questão até o momento. Enquanto isso, especialistas em segurança digital estão enfatizando a importância de ações preventivas para os usuários. Recomenda-se a troca imediata de senhas que não foram alteradas nos últimos 12 meses, o uso de senhas robustas e únicas, além da ativação da autenticação em dois fatores. Essas medidas são essenciais para mitigar os riscos associados a possíveis invasões e garantir a segurança das contas em meio a essa crise de dados.







