Díaz-Canel também criticou a postura contínua de hostilidade dos EUA em relação a Havana, alegando que as políticas norte-americanas têm gerado dificuldades significativas para o povo cubano. Ele alertou que os Estados Unidos não possuem autoridade moral para criticar as condições de vida na ilha, uma vez que muitas delas são atribuídas diretamente às barreiras econômicas e às sanções que o país tem enfrentado.
Recentemente, o clima tenso foi intensificado por ações tomadas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como a imposição de tarifas sobre as importações de petróleo destinadas a Cuba. Esta medida, segundo autoridades cubanas, visa sufocar a economia do país e agravar ainda mais as condições de vida de sua população. O governo cubano acusou a administração Trump de utilizar esses embargos como um meio de pressão política, tornando as circunstâncias insustentáveis.
Em resposta a essas adversidades, Cuba recebeu apoio de nações aliadas como Rússia, China, Brasil e Colômbia, que enviaram ajuda humanitária contendo alimentos, medicamentos, e até petróleo. Segundo fontes oficiais cubanas, esses esforços são fundamentais para mitigar os efeitos da crise imposta pelas políticas de Washington.
Assim, enquanto Díaz-Canel se mostra aberto ao diálogo, sua posição firme contra qualquer imposição externa revela uma estratégia de resistência e reafirmação da soberania cubana frente aos desafios internacionais. As próximas semanas devem ser observadas com atenção, pois as relações entre Cuba e EUA continuam a ser uma questão central no panorama político das Américas.
