O lance que gerou a revolta no Cruzeiro aconteceu aos 17 minutos do jogo, quando Dudu sofreu uma falta no campo de ataque e acabou levando um pisão no braço do zagueiro Lyanco, do Atlético-MG. No entanto, a arbitragem não expulsou o defensor.
Os dirigentes da Raposa citaram nominalmente o árbitro Rodolpho Toski Marques, que estava responsável pelo VAR no clássico mineiro. Além disso, o Cruzeiro solicitou acesso ao áudio do VAR com Felipe Fernandes de Lima, o juiz de campo escolhido pela FMF.
Outro ponto questionado pelo Cruzeiro foi a revisão feita pelo VAR que resultou na expulsão de Gabigol ainda no primeiro tempo da partida. O clube celeste pediu transparência e imparcialidade para a sequência do Campeonato Mineiro.
Em nota oficial, o Cruzeiro expressou sua insatisfação com a atuação dos árbitros, em especial do VAR, comandado por Rodolpho Toski Marques. O clube considera que houve um erro grosseiro no lance aos 17 minutos do primeiro tempo, em que o VAR deveria ter intervindo.
Com a reclamação formalizada, o Cruzeiro busca garantir a lisura do campeonato e reforça que não busca ser beneficiado, mas não aceitará ser prejudicado. A equipe segue em busca de seus direitos e espera que a questão seja analisada de forma justa pela Federação Mineira de Futebol.





