No vídeo, Ratinho expressou sua satisfação em ter Cristina como parte do partido, declarando que já havia discutido com ela sobre os desafios e o futuro do Paraná. Ele destacou a importância de valores como a liberdade econômica e a propriedade privada, sugerindo que o fortalecimento de alianças políticas é essencial para um desenvolvimento sólido no estado.
Cristina, por sua vez, agradeceu a oportunidade e fez questão de ressaltar que a política ainda representa um campo novo para ela. Em 2024, concorreu à prefeitura de Curitiba pelo Partido da Mulher Brasileira (PMB), onde obteve um lugar no segundo turno, recebendo apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro. Após a derrota para Eduardo Pimentel, que foi o candidato apoiado por Ratinho e saiu vitorioso, Cristina decidiu sair do PMB com a intenção de lançar uma nova candidatura em 2026.
Sua recente filiação ao PSD a posiciona como uma possível candidata ao Senado ou vice na chapa que irá suceder Ratinho. O governador, ao abrir mão de sua candidatura presidencial, foca agora na organização de um sucessor no estado. Entre os nomes cogitados, o secretário das Cidades, Guto Silva, desponta como favorito, embora sua baixa posição nas pesquisas de intenção de voto possa ser um fator que preocupa a base governista.
Além de Guto, nomes como Alexandre Curi, presidente da Assembleia Legislativa, também são analisados. Caso não seja escolhido, Curi pode migrar para os Republicanos e lançar sua própria candidatura. Por outro lado, Eduardo Pimentel, embora tenha sido considerado favorito, enfrenta obstáculos legais que podem impedi-lo de se descompatibilizar de sua posição atual.
Enquanto isso, Sergio Moro, agora no PL, articula sua própria base, indicando candidatos para o Senado e buscando fortalecer sua influência política entre os eleitores paranaenses. A tensão entre os grupos políticos aumenta à medida que os membros do PL enfrentam pressões e mudanças de alianças, refletindo a dinâmica intensa e competitiva do cenário político paranaense.
