O impacto da queda foi tão severo que Pérola precisou ser levada às pressas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Colubandê. Os médicos logo identificaram um coágulo no cérebro da menina, o que exigiu uma cirurgia de emergência. A criança acabou sendo transferida para o Hospital Estadual Alberto Torres, onde permanece internada em estado grave.
A situação revolta a família de Pérola, que denunciou a falta de atendimento imediato por parte da escola. Segundo eles, a instituição de ensino não comunicou o ocorrido à família nem tomou providências efetivas para socorrer a criança. Ao invés de encaminhá-la para atendimento médico, Pérola foi orientada a dormir.
Marlene só teve conhecimento do acidente quando foi buscar a filha na escola, o que demonstra uma falha grave na comunicação entre a instituição e os responsáveis. A falta de cuidado e a negligência no atendimento à criança são aspectos que merecem ser investigados e esclarecidos pelas autoridades competentes.
Neste momento, a família de Pérola clama por justiça e por respostas. A integridade e a segurança das crianças devem ser prioridades em qualquer ambiente, especialmente em uma escola. Espera-se que as devidas providências sejam tomadas e que casos como esse não se repitam, evitando que outras famílias passem pelo mesmo sofrimento.





