Os dados, revelados em uma cerimônia no Ministério do Trabalho, mostram que os empregados sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), incluindo os temporários, foram os protagonistas desse crescimento. Registrou-se um aumento absoluto de 4,75 milhões de vínculos desde 2023, representando 10,9% de crescimento. O número de vínculos sob a CLT saltou de 43,4 milhões para 48,15 milhões.
Além disso, os vínculos com agentes públicos também foram significativos, com uma expansão de 5,1 milhões, totalizando 14,3 milhões. Outro destaque foi o crescimento no setor de serviços, que respondeu por uma parcela considerável deste aumento, com a criação de 8,45 milhões de novos empregos, elevando a participação desse setor no total de vínculos formais de 56,5% para 60,8%.
No que tange ao perfil dos trabalhadores, os dados revelam avanços notáveis. O aumento do emprego feminino foi particularmente marcante, com 5,36 milhões de novos vínculos, elevando a participação das mulheres no mercado formal de 44,5% para 46,4%. A ascensão de trabalhadores com níveis educacionais variados também foi significativa: houve um crescimento de 20,3% entre aqueles com ensino médio completo e 29,1% entre os que possuem formação superior.
Regionalmente, todas as áreas do país experimentaram crescimento no estoque de emprego formal, sendo o Sudeste o líder em números absolutos, seguido pelo Nordeste. No entanto, em termos percentuais, o Norte destacou-se com um crescimento de 34,7%, sinalizando um potencial crescente nessas regiões.
Esses dados, que ilustram uma recuperação e expansão do mercado de trabalho, trazem esperanças para um futuro mais promissor em termos de emprego e economia no Brasil.
