A história de Manoel da Buzina é marcada por sua devoção ao Galo, como é carinhosamente chamado o CRB. Ele atravessou gerações de torcedores, trazendo um espírito de camaradagem e entusiasmo que contagia a todos ao seu redor. Para muitos, sua buzina se tornou um dos sons mais característicos do estádio, simbolizando a força e a união entre os regatianos durante as partidas. A energia que ele exalava fazia com que sua presença fosse quase obrigatória, tornando-se parte do ritual sagrado de torcer pelo time.
Em uma declaração oficial, o CRB expressou profundo pesar pela perda de Manoel, reconhecendo sua contribuição inestimável à cultura e à tradição do clube. A diretoria ressaltou a importância do torcedor, que não apenas apoiava a equipe, mas também ajudava a moldar a atmosfera particular do futebol em Alagoas. A despedida de Manoel marca não só a perda de um grande torcedor, mas o fechamento de um capítulo cheio de vivências e emoções que moldaram o time ao longo dos anos.
Familiares e amigos de Manoel e demais torcedores foram homenageados em um gesto de solidariedade em um momento que, apesar da dor, reafirma a força do amor pelo clube. Sua partida representa o fim de uma era significativa para a torcida regatiana, que viu em Manoel uma figura querida e espontânea, sempre à frente nas arquibancadas. Agora, o CRB e seus torcedores enfrentam essa nova fase, carregando na memória o legado de um verdadeiro ícone do futebol alagoano.







