Em sua declaração, Barroca elogiou a qualidade do adversário, destacando que o Juventude é um time que se defende bem, utilizando uma formação sólida e dando pouco espaço para os oponentes. O técnico reconheceu que, neste momento, a equipe não está conseguindo converter suas oportunidades e, consequentemente, sofre com as desvantagens de cada jogo. “Sofrer um gol no primeiro tempo foi um golpe duro. Temos sentido essa pressão psicológica”, afirmou Barroca, em meio a um contexto desfavorável para o time.
Além da pressão da torcida, que clama por resultados positivos, o comandante regatiano também é questionado sobre sua permanência no cargo. Diante da sequência de derrotas, incluindo a eliminação precoce na Copa do Nordeste e a lanterna na Série B, Barroca reafirmou que mantém um diálogo aberto com a diretoria do clube, especialmente com o presidente Mário Marroquim. Ele entende a cobrança e ressalta a importância de encontrar soluções em campo, destacando que a resposta deve vir através de trabalho árduo e comprometido.
“É normal um clima de exigência em clubes como este. Precisamos ter a humildade de reconhecer nossas falhas e trabalhar focados para reverter a situação”, disse o treinador, que pediu paciência e compreensão à torcida.
Com apenas dois pontos na tabela, o CRB ocupa a 19ª posição e se prepara para enfrentar dois adversários fortes fora de casa na próxima semana, sendo o primeiro desafio contra o Fortaleza pela Copa do Brasil e, em seguida, um confronto contra o Criciúma pela Série B. O futuro do clube no campeonato é incerto, e a expectativa de uma recuperação torna-se cada vez mais urgente.
