Em 2025, Motta optou por não instalar nenhuma CPI, o que solidifica sua postura atual de evitar novas frentes de desgastes políticos, especialmente em um ano marcado por eleições. A movimentação no Parlamento, repleta de disputas internas e estratégicas, torna improvável que o presidente da Câmara acelere a tramitação de qualquer CPI neste momento. Assim, o ambiente legislativo permanece tenso, e a instalação da CPI do Banco Master parece cada vez mais distante.
A decisão de Motta reflete uma estratégia de manutenção do controle da agenda legislativa, evitando turbulências durante um período já repleto de incertezas políticas. Com o foco em acalmar as águas em meio a um cenário eleitoral competitivo, a perspectiva de uma investigação sobre questões relacionadas ao Banco Master se insere em um contexto mais amplo de cautela política. Desse modo, não se espera que questões delicadas como essa estejam na pauta do dia, a não ser que ocorra uma mudança significativa no clima político.
Além disso, a prioridade de Motta parece ser a estabilidade dentro da Câmara, o que torna cada vez mais difícil a adoção de medidas que possam causar agitação ou divisões entre os parlamentares. Neste cenário, a CPI do Banco Master é apenas um dos muitos assuntos relegados a um segundo plano, numa estratégia deliberada para evitar focos de oposição durante um ano eleitoral decisivo.
