Na comarca de Quebrangulo, o juiz substituto, Luís Fillipe de Godoi Trino, relatou que a unidade judiciária possui um acervo de aproximadamente 1.100 processos, sendo que cerca de 700 estão ativos. Esses processos contemplam ações em diferentes estágios, incluindo ações de conhecimento, cumprimento de sentenças e execuções. É importante destacar que essa comarca recebe, em média, entre 80 a 90 novos processos mensalmente e também atende o município vizinho de Paulo Jacinto.
Segundo o juiz Luís Fillipe, a visita da Corregedoria é essencial, pois proporciona uma nova perspectiva sobre a unidade. Ele enfatizou que essas inspeções geram uma troca de experiências que favorece os jurisdicionados e propicia melhorias na unidade. “As discussões que surgem durante a visita trazem contribuições valiosas para o aprimoramento do Judiciário, resultando em uma prestação jurisdicional mais eficiente para nossos usuários,” afirmou ele.
Em Igaci, o juiz Evaldo da Cunha Machado destacou que a correição tem um caráter orientativo, contribuindo para a qualidade dos serviços prestados à população. “Além de atuar na fiscalização, a Corregedoria também oferece orientações que indicam opções práticas para sanar falhas e reforçar boas práticas no atendimento. Dessa forma, a correição se torna um investimento na melhoria do serviço judiciário disponível ao cidadão,” ressaltou o magistrado.
Durante o processo de inspeção, a equipe da CGJAL verificou o cumprimento das metas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e apresentou ferramentas que permitem monitorar o Índice de Atendimento à Demanda (IAD). Esses dados possibilitam uma comparação da produtividade entre unidades judiciais de competência similar, ajudando assim a identificar tanto os êxitos quanto os desafios a serem enfrentados.
Essas inspeções são parte integrante da estratégia da CGJAL para conhecer mais de perto a realidade das comarcas do interior do estado, permitindo a troca de orientações e práticas que visem à melhoria contínua dos serviços judiciários. O trabalho foi realizado com o apoio das servidoras Patrícia Sarmento e Rossane Teixeira, da Divisão de Inspeção e Correição (DIC), e Beatriz Barboza e Morgana Portella, da Assessoria Especial Judicial (AEJ).




