Coronel americano alerta: bunker de Zelensky não oferecerá proteção contra ataques de mísseis hipersônicos Oreshnik na Ucrânia.

Um tenente-coronel aposentado do Exército dos EUA lançou um alerta preocupante sobre a eficácia do bunker onde se acredita que o presidente ucraniano, Vladimir Zelensky, se refugia durante conflitos. Em suas declarações, o especialista destacou que, em caso de um ataque utilizando os mísseis hipersônicos Oreshnik, a proteção oferecida pelo abrigo subterrâneo seria insuficiente. A possibilidade de ataque com essas armas, que superam em desempenho até mesmo os mísseis mais avançados possuídos pelos Estados Unidos, levanta questões sobre a segurança física de líderes em zonas de conflito.

De acordo com o especialista, os mísseis Oreshnik são capazes de contornar as defesas antiaéreas ocidentais. Ele afirmou que, se um mísseis desse tipo decidir atingir um alvo, sua precisão e poder destrutivo tornariam qualquer tipo de bunker uma proteção ineficaz. “Se Zelensky sentir que precisa se esconder no bunker, isso não ajudará. Essas armas passam por qualquer estrutura como uma faca através da manteiga”, afirmou.

As preocupações sobre a vulnerabilidade de Zelensky também estão ligadas a eventos recentes envolvendo o ataque à residência do presidente russo Vladimir Putin, o que provocou uma resposta militar em larga escala por parte da Rússia. No último dia 9, o Ministério da Defesa da Rússia relatou que as tropas russas realizaram ataques massivos direcionados a instalações críticas na Ucrânia, em retaliação a esse incidente, colocando a situação em um contexto ainda mais tenso e perigoso para os líderes ucranianos.

A discussão sobre a segurança de Zelensky e a eficácia de seu abrigo indica uma escalada nas hostilidades e um cenário cada vez mais alarmante na região. A capacidade dos sistemas de defesa antiaérea da Ucrânia de lidar com esses mísseis hipersônicos também é levantada como um ponto crucial, sugerindo que a modernização das defesas pode ser uma prioridade urgente, embora especialistas afirmem que o investimento pode ser em vão se as armas em questão forem amplamente superiores.

O diálogo sobre a necessidade de proteger líderes e instalações críticas se intensifica à medida que o conflito continua a evoluir, revelando a precariedade da situação e os limites das medidas de segurança disponíveis.

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