Logo no início da partida, o Corinthians se mostrou proativo, valorizando a posse de bola na tentativa de montar jogadas desde o campo de defesa. Breno Bidon arriscou um chute da entrada da área, mas o goleiro Matheus Cunha fez uma defesa segura. O Internacional, por sua vez, adotou uma postura cautelosa, esperando o momento certo para explorar os contra-ataques. No entanto, a melhor oportunidade dos primeiros 45 minutos foi para o time da casa, quando Carbonero se encontrou em posição privilegiada, mas viu o goleiro Hugo Souza efetuar uma defesa crucial.
O cenário mudou drasticamente após o intervalo. O Corinthians tentou manter a posse, como era sua intenção, mas o Internacional virou o jogo a seu favor em uma série de rápidas jogadas. Matheus Bahia abriu o placar aos 15 minutos, aproveitando um escanteio mal defendido. Poucos minutos depois, um pênalti, cometido por Bruno Gomes sobre Gustavo Henrique, permitiu a Alan Patrick fazer o segundo gol e ampliar a vantagem do Colorado.
Em busca de reverter o quadro, o técnico Fernando Diniz fez alterações, mas a equipe ainda assim encontrou dificuldades para penetrar a defesa adversária e finalizar com precisão. Com a vantagem firme, o Internacional controlou o ritmo da partida e ainda ameaçou aumentar a contagem em contragolpes. O Corinthians, apesar de ter dominado a posse de bola, mostrou uma falta de efetividade em seu ataque e cometeu erros na sua saída de jogo.
O resultado deixa o Corinthians em uma situação complicada, pois precisa vencer o jogo de volta na Neo Química Arena, que ocorrerá na próxima quinta-feira, por uma diferença de três gols para avançar diretamente às quartas de final, ou por dois gols, o que levaria a partida para os pênaltis. A pressão agora recai sobre a equipe, que precisará refletir sobre suas falhas e encontrar uma forma de reagir em casa.





