Na declaração, o Coren-DF enfatizou que “nenhuma posição ou condição autoriza agressões à profissional de saúde”. Os representantes do conselho afirmaram que casos de violência contra trabalhadores da saúde devem ser tratados com rigor legal, destacando que a agressão não é um problema isolado, mas parte de uma problemática mais ampla enfrentada por esses profissionais que atuam na linha de frente do cuidado à população.
O presidente do Coren-DF, Elissandro Noronha dos Santos, expressou sua indignação nas redes sociais, classificando a agressão como um “cúmulo” e um desrespeito aos técnicos de enfermagem. “Colocamos o Coren-DF, assim como nosso corpo jurídico, à disposição dessa técnica para orientá-la nos próximos passos. A justiça deve ser feita”, afirmou, manifestando apoio à colega agredida.
Enquanto isso, o senador Magno Malta negou as acusações, publicando um vídeo nas redes sociais onde se defende e afirma que sempre se comportou de maneira respeitosa. Segundo Malta, ele estava sob forte medicação e sua reação durante o exame não teve a intenção de agredir. A equipe jurídica do parlamentar também se manifestou, alegando que a técnica havia cometido falhas no procedimento que poderiam ter contribuído para a situação.
A agressão teria ocorrido no último dia 30, durante a realização de uma angiotomografia. A técnica, responsável por iniciar os procedimentos, enfrentou a reação de Malta após um problema com a injeção de contraste. Ele, segundo relatos, teria agredido a profissional verbal e fisicamente, situação que o senador contesta veementemente.
O caso permanece sob investigação e o hospital anunciou a abertura de um procedimento administrativo para apurar as circunstâncias do ocorrido. A manifestação do Coren-DF e a escalada de reações nas redes sociais refletem a crescente preocupação com a violência contra profissionais da saúde, um problema que a categoria busca enfrentar com determinação e apoio mútuo.







