
Durante sua fala na sessão, a professora fez cobranças a bancada de vereadores que dão apoio ao prefeito que se levantaram e saíram da sessão se recusando a votar as matérias.
Perguntou, por exemplo, o porquê de tantas escolas fechadas estarem sendo reformadas, perguntou o valor dos precatórios pertencentes à classe que não tem informação, foi veemente quando disse não viver numa ditadura, onde não existe diálogo e sim imposição.
Entenda a situação
A pauta da Câmara está trancada por conta do orçamento anual enviado pelo executivo que ainda não foi votado. Os sete vereadores governistas recusam a votar o orçamento sem apreciar uma emenda apresentada por um dos vereadores que reduz o duodécimo da câmara e está arquivada, emenda tida como inconstitucional.
Ainda durante sua fala, a professora Fátima disse entender que tudo não se passa de jogada política onde os 7 vereadores de situação estão trancando a pauta querendo discutir uma matéria inconstitucional (redução do duodécimo) para não discutirem e votarem as matérias principais.
Durante a sessão que ocorria no plenário na câmara os 7 vereadores se ausentaram e se reuniram acompanhados de secretários municipais e servidores contratados, em sua maioria.
