Os atletas que enfrentam essa adversidade são Ibrahim Bayesh, Muhannad Ali, Zaid Tahseen, Haider Abdul Karim e Ali Al-Hammadi. Al-Zamili expressou preocupação com o impasse, afirmando que ainda não é possível identificar os motivos pelos quais os vistos não foram concedidos. Esses jogadores são considerados pilares da equipe, e sua ausência poderia impactar significativamente o desempenho do Iraque no mundial.
A Federação Iraquiana não está se conformando com a situação e já anunciou que tomará medidas para resolver o problema, incluindo a busca por mediação junto à FIFA, que poderá interceder junto às autoridades dos Estados Unidos. A expectativa é que esse movimento ajude a acelerar o processo de liberação dos vistos, permitindo que os atletas integrem a seleção a tempo para os preparativos finais.
Esse episódio ressalta as tensões e os desafios logísticos que cercam a organização do Mundial de 2026, que ocorrerá em três países: Estados Unidos, Canadá e México. À medida que se aproxima a data de abertura do torneio, marcada para 11 de junho, as preocupações em torno da logística e do acesso dos atletas só aumentam. A Seleção do Iraque, que foi sorteada no Grupo 9 ao lado de equipes como França, Noruega e Senegal, entrará em campo com a necessidade urgente de resolver essa situação inquietante.
O cenário é preocupante para a equipe e para os torcedores que esperam ansiosamente pela estreia no mundial. Enquanto isso, o relógio continua a correr, e o tempo se torna um fator crítico para a equipe iraquiana, que luta para manter suas esperanças de competir entre os melhores do mundo.





