Segundo informações obtidas durante a investigação, o assassino foi contratado por um valor total de R$ 10 mil. O pagamento inicial de R$ 4 mil foi feito antes da execução do crime, e o restante seria quitado após a morte de Joba. Este plano macabro teve início em dezembro e culminou em um ataque bem orquestrado, onde Joba foi surpreendido por um tiro na cabeça, perdendo a vida instantaneamente no local.
A delegada Tacyane Ribeiro, que está à frente do caso, relatou que o mandante contratou um grupo de comparsas para executar a emboscada. Um ciclista foi responsável por disparar contra Joba, enquanto outro indivíduo, utilizando uma motocicleta, proporcionou a fuga dos assassinos. Esse duplo envolvimento destaca a complexidade do crime, que contou com um planejamento cuidadoso.
Graças à colaboração de câmeras de segurança na região, as autoridades conseguiram registrar os momentos cruciais da ação criminosa, o que facilitou a identificação dos envolvidos. Uma parte dos suspeitos já foi localizada, e um deles confessou a participação no ato, trazendo novas luzes sobre a dinâmica do crime.
À medida que as investigações continuam, a comunidade aguarda por justiça e respostas, refletindo sobre as consequências trágicas da violência e da incapacidade de lidar com o fim de relacionamentos. A situação suscita um debate amplo sobre a importância da saúde mental e das relações interpessoais, especialmente em um contexto onde o ciúme e a possessividade podem levar a tragédias inevitáveis.






