Para acessar a consulta de restituição, é necessário visitar o site da Receita Federal, onde o contribuinte deve clicar na seção “Imposto de Renda” e depois em “Consultar minha restituição”. É imprescindível possuir um login no Gov.br, que pode ser criado utilizando dados como CPF ou informações bancárias.
As restituições serão creditadas diretamente na conta bancária informada na declaração. Caso o contribuinte não resgate o valor em até um ano, será necessário solicitar a restituição pelo Centro de Atendimento Virtual ao Contribuinte (Portal e-CAC), disponível no mesmo site da Receita Federal. Para isso, após acessar o Gov.br, o usuário deve ir ao menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, por fim, selecionar “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”.
O calendário de restituição deste ano abrange quatro lotes, conforme segue:
– 1º lote: 29 de maio de 2026
– 2º lote: 30 de junho de 2026
– 3º lote: 31 de julho de 2026
– 4º lote: 28 de agosto de 2026
Os pagamentos são realizados conforme a ordem de entrega das declarações e priorizam grupos específicos, como idosos, pessoas com doenças graves e professores. Além disso, aqueles que optem pela declaração pré-preenchida e que desejam receber via Pix também são beneficiados.
A Receita Federal estima que cerca de R$ 16 bilhões serão distribuídos no primeiro lote de restituições, alcançando aproximadamente 9 milhões de contribuintes. Esse número representa um aumento substancial em comparação ao primeiro lote de 2025, que distribuiu R$ 11 bilhões para 6,3 milhões de pessoas. De acordo com as projeções, em 2026, dois grandes lotes serão pagos nos meses de maio e junho, abrangendo um total de 18 milhões de declarantes.
A proposta busca atender com mais rapidez aqueles que possuem prioridades, entre eles idosos acima de 80 anos, pessoas com deficiência e aqueles cujo principal rendimento é proveniente da educação. As declarações do Imposto de Renda 2026 devem ser enviadas até a data limite de 29 de maio.
