Diversos tipos de sal surgiram como uma tentativa de minimizar os impactos negativos do excesso de sódio no organismo. Entre o sal refinado, marinho, rosa, kosher, iodado e light, a escolha do melhor é motivo de debate entre nutricionistas e especialistas. Segundo o nutricionista Leonardo Dias, o sal iodado é o mais indicado, pois previne a deficiência de iodo no corpo, essencial para o bom funcionamento da tireoide. Porém, o controle no consumo é a chave para uma alimentação saudável, já que a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que a ingestão diária de sal não ultrapasse 5 gramas.
O consumo excessivo de sal está relacionado a graves problemas de saúde, como hipertensão, retenção de líquidos, complicações renais, doenças cardíacas e até mesmo agravamento de problemas como a osteoporose. Para driblar esse cenário, Leonardo Dias indica a utilização de substitutos naturais para o sal, como ervas frescas, especiarias, alho, cebola e suco de limão. Alimentos ricos em umami, como tomates, cogumelos e algas, também podem intensificar o sabor dos pratos sem a necessidade de sal adicional.
Portanto, a escolha do tipo de sal e a moderação no consumo são essenciais para manter a saúde em dia. É importante estar atento às recomendações dos especialistas e buscar alternativas saudáveis para garantir o sabor dos alimentos sem comprometer a saúde. Siga o perfil de Vida&Estilo no Instagram para mais dicas e informações sobre alimentação saudável.





