Durante o processo de tramitação do projeto na Câmara dos Deputados, oito “jabutis” foram incluídos no texto original. Posteriormente, no Senado, Weverton retirou dois deles, porém optou por manter os outros seis, cujo impacto econômico anual é estimado em incríveis R$ 17 bilhões, de acordo com a consultoria PSR. Esse montante será incorporado na conta de luz de todos os consumidores e distribuído de forma equitativa. A projeção da PSR é que, até o ano de 2050, as propostas em questão, se aprovadas, acarretem um custo total de aproximadamente R$ 697 bilhões.
É importante ressaltar que as informações mencionadas foram divulgadas pelo jornal O Estado de S. Paulo, evidenciando a gravidade da situação e a urgência de medidas para evitar que esse ônus excessivo recaia sobre os usuários de energia. A Frente Nacional dos Consumidores de Energia destaca a relevância de se preservar a transparência e a eficiência do setor energético, garantindo que as políticas adotadas não prejudiquem os consumidores e a economia como um todo. O apelo feito ao ministro de Minas e Energia reflete a preocupação e a mobilização da sociedade civil em torno desse tema crucial.






