Logo após o apito final do árbitro, enquanto alguns atletas tentavam comemorar a vitória, uma correria começou no campo. Os marroquinos, insatisfeitos com o resultado, protagonizaram momentos de tensão ao se amontoarem e discutirem com os adversários. Alguns jogadores chegaram a trocar socos e a levantar suas muletas em direção aos oponentes, em cenas lamentáveis que mancharam a competição.
Enquanto a confusão tomava conta do campo, a organização do evento se apressou para montar o palco de premiação no centro do gramado. Foi preciso auxiliar um jogador caído antes de iniciar a cerimônia de entrega dos troféus.
Dentro das quatro linhas, os ganeses levaram a melhor e garantiram o título com gols de Mohamed Mubarak, que balançou as redes duas vezes, aos 44 e 57 minutos. O Marrocos descontou com El Mustapha Hliouat, mas não foi o suficiente para evitar a derrota.
A final da Copa Africana para amputados, que deveria ser marcada pela superação e pela competição saudável, infelizmente ficará marcada na memória de todos pelos episódios de violência que ocorreram após o apito final. Espera-se que medidas sejam tomadas para evitar que situações como essa se repitam no futuro, prevenindo assim que o esporte seja manchado por atitudes desrespeitosas e antiéticas.
