Vídeos que começaram a circular nas redes sociais capturaram o desespero dos alunos, que tomaram o pátio da instituição em busca de segurança. De acordo com testemunhas, a confusão se instaurou rapidamente, aumentando a tensão entre os estudantes que ali se encontravam.
Em resposta a essa situação alarmante, a faculdade se manifestou, desmentindo a presença de qualquer tipo de arma ou objeto que pudesse ser considerado ilícito. Em um comunicado oficial, a administração da instituição esclareceu que o tumulto foi causado por um incidente relacionado à saúde de um aluno, que teve uma intercorrência. A nota ainda reforçou que, apesar da agitação, não houve registros de violência durante o episódio.
A faculdade destacou que agiu prontamente ao acionar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para prestar os primeiros socorros ao estudante afetado. A equipe médica foi rapidamente mobilizada, garantindo que o aluno recebesse a assistência adequada, além de contatar seus responsáveis para mantê-los informados sobre a situação.
Este incidente levanta questões sobre a segurança e a saúde mental nas instituições de ensino. A preocupação com a possibilidade de violência escolar e a saúde dos alunos são temas cada vez mais debatidos na sociedade. Apesar de a situação ter sido contornada sem maiores consequências, o episódio reforça a necessidade de protocolos de segurança e de um ambiente onde os alunos se sintam protegidos e apoiados.
Esta não é a primeira vez que um rumor gera pânico em instituições de ensino, e a resposta da administração da faculdade mostra a importância de uma comunicação clara e eficiente em momentos de crise. As autoridades educacionais e de saúde devem continuar a trabalhar em conjunto para garantir a segurança e o bem-estar de todos os estudantes.
