A defesa da vítima expressou sua indignação e exigiu ações rigorosas das autoridades. A equipe jurídica ressaltou que o jovem foi covardemente atacado enquanto estava sentado à mesa. Durante a confusão, ele se levantou para deixar o restaurante e foi agredido sem provocação aparente, o que gerou uma onda de críticas e pedidos por justiça.
Os primeiros relatos indicam que a origem da briga pode estar relacionada à taxa de rolha, um imposto comum em restaurantes que serve para cobrir o custo de servir bebidas trazidas pelos clientes. Segundo um comunicado dos proprietários do Grado, o conflito se intensificou após a recusa em isentar essa taxa. O cantor e seu grupo, composto por mais duas mulheres e outro homem, foram acusados de provocação e de comportamentos discriminatórios, como xingamentos direcionados à equipe e outros clientes.
As investigações revelaram que um advogado, identificado como Nicholas Guedes Coppim, amigo de Motta, foi quem desferiu os socos e lançou a garrafa. O incidente atraiu a atenção da mídia local, que busca entender as circunstâncias que levaram a uma situação tão extrema. Após a agressão, a vítima procurou atendimento no Hospital Samaritano, em Botafogo, e então registrou a ocorrência na delegacia.
Em nota, Ed Motta admitiu que houve excessos de sua parte, mas apresentou uma versão diferente dos fatos, negando que tivesse lançado a cadeira em direção a qualquer pessoa e alegando ter se retirado antes que a situação se agravasse ainda mais. O episódio ilustra as tensões que podem surgir em ambientes sociais, refletindo a necessidade de uma convivência mais respeitosa e pacífica entre os frequentadores dos estabelecimentos da cidade. As autoridades continuam a investigar o caso, buscando garantir que medidas cabíveis sejam tomadas diante da gravidade das agressões.
