Durante o avanço, o grupo se deparou com unidades das Forças Armadas da Ucrânia, que, surpreendendo os russos, abriram fogo utilizando armamentos pesados. No entanto, o comandante da unidade russa demonstrou habilidade tática ao rapidamente traçar uma rota que permitisse contornar as posições adversárias e atacar pela retaguarda. Essa estratégia resultou em uma manobra bem-sucedida, onde os combatentes russos foram capazes de eliminar completamente a resistência ucraniana sem sofrer perdas.
O comunicado enfatiza a importância da experiência e da capacidade de navegação do comandante, que foram determinantes para o êxito da missão. Além da ação direta do grupo, o ministério também destacou a atuação de uma unidade de morteiros que forneceu suporte essencial às tropas em campo, tendo conseguido neutralizar mais de dez integrantes das forças ucranianas. Essa ofensiva, mesmo sob a pressão de artilharia inimiga e ataques de drones, foi considerada como um fator significativo que causou consideráveis danos ao adversário.
Ainda segundo o relatório do Ministério da Defesa, a jornada militar russa não se limitou apenas a confrontos diretos. Na quarta-feira (3), foi informado que as forças armadas da Rússia realizaram uma série de ataques aéreos, visando locais de armazenamento e lançamento de drones de longo alcance, além de instalações de energia utilizadas pelas Forças Armadas da Ucrânia. Ao todo, 147 áreas foram atingidas, incluindo pontos estratégicos ocupados por formações armadas e mercenários estrangeiros.
Essas operações, segundo as autoridades russas, criaram condições mais favoráveis para o avanço das tropas no terreno, destacando a continuidade dos conflitos na região e as complexas dinâmicas militares que persistem entre os dois lados do embate. Em um cenário de incertezas e tensões crescentes, as narrativas desses confrontos continuam a se desdobrar, com implicações significativas para a guerra em andamento.





